Um dia a gente fica curioso, no outro começa a pesquisar, e não para mais.
O interessante de se estudar a natureza da terra onde a gente vive é que, todo dia se descobre coisas novas. As plantas têm uma infinidade quase ilimitada de usos alimentícios, medicinais, em casa, na tecelagem, na pintura e, nas terapias (sim, imagina só!) que, quando a gente se dá conta, não tem mais como parar nem de escrever, nem de pesquisar e, menos ainda, de trocar ideias com outras pessoas.
Eu sempre gostei de andar pelo campo conversando com quem lá mora e trabalha. Sim, os camponeses. São eles os que mais conhecem do uso das plantas, informação que vem, oralmente, de pais para filhos, desde uma época em que não se comprava quase nada no mercado. O sal, o café, o fumo, a pólvora, e pouco mais, era o que o camponês precisava trazer da cidade, ou aldeia, dependendo de onde morava. O resto, toda casa produzia. Alguns, até o café e o fumo produziam para seu consumo ficando o sal, mais difícil de encontrar, e a pólvora, fundamental para as caçadas.
Então, foi assim que essa história começou. Em Portugal,40 anos atrás, quando comecei a trabalhar, e estudar, e assuntar essas questões do "como viver melhor", foi que tudo começou.
Neste blogue aqui pretendo ir contando as novidades que vou encontrando nas minhas pesquisas, linkando o que vou publicando, aqui e ali (por isso, tantas páginas com publicações que ando fazendo no GreenMe Brasil, uma revist on-line interessada na questão da sustentabilidade e mais um montão de assuntos correlatos).
E espero poder contar com a participação, ativa, complementadora, daqueles que também pesquisam, leem, conversam, descobrem para que serve tanta coisa boa que a natureza nos dá.
O interessante de se estudar a natureza da terra onde a gente vive é que, todo dia se descobre coisas novas. As plantas têm uma infinidade quase ilimitada de usos alimentícios, medicinais, em casa, na tecelagem, na pintura e, nas terapias (sim, imagina só!) que, quando a gente se dá conta, não tem mais como parar nem de escrever, nem de pesquisar e, menos ainda, de trocar ideias com outras pessoas.
Eu sempre gostei de andar pelo campo conversando com quem lá mora e trabalha. Sim, os camponeses. São eles os que mais conhecem do uso das plantas, informação que vem, oralmente, de pais para filhos, desde uma época em que não se comprava quase nada no mercado. O sal, o café, o fumo, a pólvora, e pouco mais, era o que o camponês precisava trazer da cidade, ou aldeia, dependendo de onde morava. O resto, toda casa produzia. Alguns, até o café e o fumo produziam para seu consumo ficando o sal, mais difícil de encontrar, e a pólvora, fundamental para as caçadas.
Então, foi assim que essa história começou. Em Portugal,40 anos atrás, quando comecei a trabalhar, e estudar, e assuntar essas questões do "como viver melhor", foi que tudo começou.
Neste blogue aqui pretendo ir contando as novidades que vou encontrando nas minhas pesquisas, linkando o que vou publicando, aqui e ali (por isso, tantas páginas com publicações que ando fazendo no GreenMe Brasil, uma revist on-line interessada na questão da sustentabilidade e mais um montão de assuntos correlatos).
E espero poder contar com a participação, ativa, complementadora, daqueles que também pesquisam, leem, conversam, descobrem para que serve tanta coisa boa que a natureza nos dá.
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